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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O ser instituinte

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Coleções de entes por si mesmos nada são, eles são ridículos. É o que deu para notar naquele pretenso padre, Frei Tiago de São José, reclamando dos padres da Fraternidade Sacerdotal São Pio X cansados e não raro seduzidos pelo mármore de um cristianismo eclipsado do Vaticano com razão de sobra em vias de por estado de necessidade sagrarem novos bispos à revelia da Roma atual sal sem sabor, que perdeu a fé, aderiu à heresia desde o conciliábulo Vaticano II. Ele disse que os padres estavam com um tal "espiritualismo", pois rezaram e refletiram para a decisão da em tempo póstera sagração de bispos. Ué! E religião, ainda mais se for a cristã, não é coisa do espírito ou do Santo Espírito, o Ser que é instituinte e sustenta existindo os entes, instituições, deste mundo nem que seja um boteco de esquina onde não raro impera o espírito de porco?



O sujeito quer a obediência pela obediência ao seu totem. Ele é um idólatra. O ser é no ente, mas o que é um ente sem o ser instituinte, criador, mantenedor, que o sustenta no ser? É uma vacuidade panteísta, humanística, totalitária, monstruosa, é o deus mortal Estado, é uma besta nos seus mais espertos ainda assim desconhecendo os seus limites, porque cegos pelo príncipe deste mundo, incendiados pelas más paixões, por causa de sua incredulidade.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

A tal metafísica tradicional?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Eu acho que hoje de manhã eu tive - assim espero e acho que é sim - uma iluminação gnóstica. Sendo assim penso que compreendi a missão de Olavo de Carvalho, o mestre considerado maligno pela patrulha anti-gnóstica de um Fedeli com seus fedelhos de plantão e maligno e falsário era Olavo de Carvalho para evitar não ser incompreendido e deixar de ser financiado pelo cristãozinhos crédulos, bobinhos. Se falo em termos gnósticos mais do que "penso", portanto, acho que "vi" como uma águia a verdade, o real, então, que alegria, entusiasmo, libertação de ver-me livre das criaturas que envolventes como uma jiboia obliteram o conhecimento (gnosis) do real que nenhuma episteme pode encerrar com seu logicismo, racionalismo, empirismo, materialismo restando cética de doida não poder encerrar tudo, o mundo, em sua pequena cabeça, em sua pequena razão outrora nos seus pulverizados e desconexos átomos, descoberta que por si é uma vacuidade junto com tudo que é material. 



Realmente se acerta o gnosticismo da tal metafísica tradicional, a "tal" metafísica tradicional de que eu mencionara em outra postagem? Que eu tenha mais respeito, hein! O que passa por este mundo criado, humano, a jiboia envolvente, é marcado pela mordedura da serpente do Éden, é marcado por uma estruturação temporal, humana, pode ser angélica demoníaca, histórica. Podemos nós, homens, disse-o o próprio Deus a Adão e Eva que esmagaríamos a cabeça doida da serpente, pode ser a mesma jiboia, por meio da Madona Santíssima e de seu Filho Jesus Cristo Senhor onde pela fé, Martinho Lutero dizia somente pela fé, na falta de uma obra feita com pedras preciosas, ainda que seja só de palha, mas quem crer de todo o coração será salvo,  espera-se que tenha tido a oportunidade de no derradeiro instante ter recebido o sacramento da confissão.



Será que eu "gnostiquei"? Ou estou "gnosticando"? Serei eu partidário da metafísica tradicional? Partidário, até onde eu sei, daquele conhecimento perene, a verdade última subjacente às grandes correntes sapienciais, verdadeira ciência, quinta-essência das grandes religiões, no que elas têm de perene, atemporal, supracultural? Gnose que tem como matizes a Escola Tradicionalista, a sophia perennis, o perenialismo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O filósofo entre a águia e a coruja

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Definitivamente o verdadeiro filósofo é identificado com a águia e não com a coruja como a coruja de Minerva da velha mitologia helênica com suas falsidades que deixava cegamente o mal acontecer no mundo. Entre a águia e a pobre coruja impotente para evitar o mal ou para pelo menos com argúcia identificá-lo, ela só constata o restolho dos fatos infaustos pretensamente históricos no final da merda toda feita pelos homens durante o dia, enquanto a águia, o verdadeiro filósofo os previne, prevê, podendo evitá-los. 



Das alturas do dado revelado por Deus, o filósofo a serviço de sua senhora, a Sagrada Teologia - ciência cristã e rainha das ciências a suma metafísica nunca superada por uma dita "metafísica tradicional" que pretende historicizar as palavras de Jesus Cristo que nunca haverão de passar que o diga a chegada logo no seu início do cristianismo à uma Europa romanizada alheia a semitismos - ele obediente teoriza-o, sabendo com visão penetrante para o sol da justiça que é o Cristo revelado, o filósofo simbolizado pela águia, de antemão vê a comédia deste mundo onde o usurpador príncipe que se pretende príncipe deste mundo levanta-se só para cair, diz o senso comum judaico-cristão, por um impulso louco de sua inteligência angélica enceguecida.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O que é a filosofia?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A filosofia como amor à sabedoria é uma atividade que eu a concebo como um serviço abnegado de atenção, escuta, olhos de ver, vigilância em busca da verdade do ser. Buscar a verdade do ser, a sua essência, e dizê-la, os filósofos antigos já diziam isso da filosofia.




É preciso no que eu entendo que seja a filosofia não deixar-se enganar por gnosticismos como os do bandido genial, Olavo de Carvalho, ou a psicologice realmente psicologista subjetivista de Edmund Husserl ou o narrativismo meramente sofístico da filodoxia contemporânea. Gnosticismos paralisantes que esterilizam os meios disponíveis no mundo humano para a busca da verdade malbaratando meios como o pobre corpo não raro cansado, velho, com fome, sede, incendiado pelas más paixões. Na minha ideia de filosofia nada de esterilizar o pensamento, as representações claro que partindo da noção de conhecimento por presença de Olavo de Carvalho mas sem cair na gnose do velho de não acreditar que é possível apresentar novamente a coisa representando-a pela lógica, ao lado do pensamento referido antes.  Enfim, na minha concepção de filosofia nada da descrença gnóstica da linguagem, apesar de que é evidente que ao falar-se do Uno, de Deus, ao tratar-se do infinito a episteme humana é limitada, é preciso uma sã gnosis, é preciso um misticismo, porém, sem gnosticismo, pois a lógica, o pensamento, a linguagem vem antes - normalmente - até para indicar os seus limites: daqui em diante eu não posso mais, esperemos pelo que dirá o Uno - como esperou uma revelação o pobrezinho pagão quase um cristão Platão no diálogo Fédon ou da Alma na infra 85d - por meio do padre romano; tendo, então, que na minha concepção de filosofia o filósofo ter que ser um teólogo.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Olavo de Carvalho e o desespero do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Olavo de Carvalho padecia do desespero do mundo. Desespero em relação desde a Deus até os animais como no chimpanzé, segundo ele, capaz de aprender lógica e bem antes no homem, para Olavo, incapaz de com lógica e pensamento expressar o real como no caso de poder dizer o homem o porquê de outro homem estar triste. No desespero de Olavo de Carvalho quanto à coletânea mundana, não que Deus inclua-se em algo mundano, até os mencionados chimpanzés pensariam.



O Papa Bento XVI, in memoriam, dizia de gnósticos como Olavo de Carvalho que eles sofriam do desespero do ser. Eu digo: os gnósticos padecem do desespero do mundo, nomeio logo os entes, possibilitados pelo ser ou o Ser que é Deus que os criou e sustém por amor e misericórdia, porque o louco e ou charlatão, mas genial Olavo de Carvalho falava muito de realidade, mas o que é a realidade sem a coleção que a expressa desde Deus, a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana até ao homem com a lógica que o abrange, o pensamento que de alguma forma cogitante o expressa, a linguagem, nem menciono os animais que para Olavo de Carvalho, mormente os chimpanzés, são uma caricatura grotesca, e as bestas alimárias prestam-se muito a isso, de tudo que há: vão aí os meios de expressão humana, o pensamento, a linguagem que aquele gago Ernesto Araújo, ex-chanceler brasileiro da época de Jair Messias Bolsonaro, reclamar que sem pensamento, linguagem a verdade fica humanamente inviabilizada e Araújo teve o azar de ser aluno do charlatão gnóstico genial Olavo de Carvalho, este que ao fim e ao cabo nos meios de expressão do real, parte do real, parte do ser, parte do mundo, "gnosticando", desesperava do ser, desesperava do mundo assombrado pelo seu único falso deus por ele temido e crido: o demiurgo.



Vade retro, Satanás (Olavo de Carvalho)!

Parabéns ao Peninha!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Eduardo Bueno (todos os direitos reservados da imagem)



Parabéns ao Peninha (Eduardo Bueno)! Recentemente ele disse que lugar de evangélico é no culto pastando com o pastor deles e não votando em eleições. Eu digo: lugar de evangélico é no hospício ou na cadeia. A ralé de povo vai para hospício com as raras exceções de praxe se alguém do povo teve uma autêntica visitação de Deus, ainda que na sinagoga de Satã que é seita evangélica. O falso pastor estelionatário vai para cadeia, pois lava dinheiro das milícias e do tráfico de drogas nos favelões brasileiros mormente nos do Rio de Janeiro (capital).

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Catolicismo romano eterno

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O catolicismo romano é eterno. Deus mesmo pregou o proto-evangelho a nossos pais Adão e Eva dizendo-lhes que a serpente, o Diabo, fustigaria-lhes o calcanhar, bicho rasteiro, ardiloso que é, que arma ciladas, mas eles, nós todos homens se piedosos, pisaríamos-lhe a sua louca cabeça. Faria isso a da mulher descendência, em especial Jesus Cristo, mesmo que na humilhação, esmagamento total da cruz e através de nossas cruzes pessoais, as quais seriam alvo do escárnio, desprezo do mundo. O catolicismo romano assim vai até o fim do mundo, apesar de hoje o clero romano conciliar fazer questão de não exercer o seu poder magisterial e mesmo político no caso de um Romano Pontífice que deve por aos seus pés todo o resto de potestades deste mundo a começar por nunca deixar-se vencer pelo respeito humano.



O catolicismo romano é eterno. O resto vai para a lixeira hegeliana da história. Vai para o Panteão das esquisitices, superstições humanas com suas seitas que macaqueiam a autoridade divina de um Romano Pontífice e de todo o clero abaixo dele. Seitas que tomam de empréstimo a credibilidade do cristianismo como no caso do falso cristianismo protestante. Outras seitas, grupelhos, o caso do espiritismo muito presente aqui no Brasil, incluindo-se o protestantismo, esperam a confirmação da ciência profana para a validação de experiências espiritualistas ou no caso do protestantismo para subscrever o conteúdo bíblico, macaqueiam a pequena razão humana para uma falsa liberdade para vícios, auto-engano, para uma vaidade sem limites para o disfarce de ideologias, o caso das ideologias, em vista de utopias que separam bem, verdade e beleza adormecendo assim o ser humano em vista de projetos de poder totalitários. Ou hoje com a assunção das direitas no ocidente com o fim de por meio de ideologias mais à direita deformar consciências para o ressentimento, a hipocrisia, a inveja, o desprezo pelos pobres, LGBTs, imigrantes, enfermos.

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