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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 9 de junho de 2026

Por que a Republiqueta precisa da má notícia do Psicopata? (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Ei, bandido! Filho da puta! Psicopata!
Na Republiqueta no instante de dor
Ó voltem metafísica, ontologia
Vampirizadas pela cobiça
Lucro
Só se quer os fregueses na seita
Negócio privado do corifeu
O maldito psicopata.





Ó psicopata
Ridículo repetitivo 
Sem dar-se conta do mal
Sem memória afetiva
Aquela graça disputa a tua aparente solidão
Ó neste teu reino quebras os ossos, faze-os picadinho 
Calcula ao menos na tua gélida cuca
Como os demais não podem
Assírios, babilônicos, romanos o és
Punindo a pífia Republiqueta 
O remédio amargo aos maus católicos 
No inferno serás um punhado de cocô
Tu que aqui moves o Aqueronte.

sábado, 30 de maio de 2026

"antes que seja tarde"! (poesia cristã)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A psicopatia expõe despudorada
Completos retardados mentais
Até ontem católicos não praticantes.



Relapsos, vazios, temerários, mortes-vidas fecais
"antes que seja tarde"!
Escreve o psicopata sem mais nada.



Diz ele:
"Nada a perder"!
O tudo da finitude a ter.



Sede de poder
Prazer (cochicha um demônio: para os mais frívolos)
Dinheiro (cochicha outro demônio: para os mais idiotas)



Bandido! Ei, bandido! Psicopata! Poder?
Um alerta! Poder só o piedoso vem a ter.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Filosofia inorgânica, metafísica de galinheiro, ontologia de bosta

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





É uma filosofia inorgânica, é uma pedra no meio do caminho ou uma duna na praia, entes brutos. Típica filosofia de ressentidos esquerdistas assaltantes dos legítimos bens próprios dos burgueses a filosofia de um tipo filho da puta como o Pauno Bundadelli (Paulo Ghiraldelli Júnior), a besta pragmatista sofística das narrativas. Com uma metafísica de galinheiro, o que seria uma parte ínfima tomada do todo, e uma ontologia de bosta onde o real - dado por ele anarquizante como incognoscível a coisa em si - para ele consiste em algo inconsistente, ciscado por galináceos como ele, que não subsiste sem Jesus Cristo, a verdadeira ontologia, o Logos mesmo que bilhões de anos antes permitiu por um cálculo matemático evidentemente que vindo de algum tipo de inteligência ordenadora como a divina que permitiu a evolução para que ele fosse um ser humano para ser jogado um dia na lata de lixo do inferno.




A filosofia do Pauno Bundadelli consiste na teimosia, a burrice na prática tão típica de brasileiro capitalista dependente do império evanjegue protestante liberalóide, em por em perspectiva, doido, o sol que quando brilha faz empalidecer, de fato, as perspectivas pálidas das estrelas e da lua. Ele não quer a verdade, o maior, contenta-se em ser o mesquinho ressentido com subalternos subempregados camelôs, garis, porteiros de prédio nordestinos sem os dentes da frente, empregadinhas domésticas, funcionários de supermercados em necessária escala 6 x 1 que devem contribuir para prosperidade e moralidade só possível no capitalismo que lá na frente vai beneficiá-los. Ele prefere ficar com esses frustrados vendo defeitos no belo em si, verdade em si, o bem em si.



Pauno Bundadelli não quer o maior. Não quer assentar-se sobre os ombros de gigantes para enxergar melhor o horizonte, mas contenta-se com detalhes desprezíveis na metafísica que não ousa dizer o nome de tomar o todo pela parte terminando menos do que pó no materialismo histórico marxista em uma casuística historicística vendido às circunstâncias corruptoras de condições econômicas desfavoráveis como se até mesmo um povo norte-coreano não tenha muito mais fé em Jesus Cristo, ainda que sob uma maldita tirania marxista-leninista, do que um ocidental preguiçoso, acomodado, com a barriga cheia.

terça-feira, 19 de maio de 2026

A minha filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





A minha filosofia, a verdadeira e definitiva filosofia é a vinda do homem para a luz. O homem inteligente deve adotar a ontologia da minha filosofia espiritualista meta-histórica e dialética platônica e agostiniana, onde no embate dialético contra as meras e enganosas sensações rumo às ideias platônicas fulgurantes. Ele com as qualidades de belo, verdadeiro, bem, sumo bem em si mesmos abrindo-se à revelação de Jesus Cristo na dialética agostiniana, Ele, Jesus Cristo, o fundamento, fim, chave da história ou meta-história, verá tal homem educado ele por mim, um filósofo de peso, porque cristão, ele verá a luz, ainda que ferido de morte junto com Jesus Cristo, humilhado, esmagado, moído, enfermado pelas pompas deste mundo. As chagas mortais dele, dolorosíssimas com a Virgem das Dores, Nossa Senhora da Soledade, chorando e rezando por ele, sentindo dores junto a ele. As dele feridas mortais junto com as de Jesus Cristo serão luzes que iluminarão as trevas materialistas marxistas que obliteram a verdadeira consciência humana que é espiritual, para as coisas do Alto e não as deste mundo do trabalho, atvismo humano mesquinho, cego, onde o homem marxistóide ateu, quer transformar como um robô, lerdo anti-metafísico como as bestas Paulo Ghiraldelli Júnior ou Márcio Rolim, loucos desconhecendo a causa deste mundo estar como está desde a rebelião de Adão. Estes marxistas desgraçados, escravos, deste mundo decaído, estragado, amaldiçoado pelo pecado de Adão e nosso.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Ontologia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


(todos os direitos reservados da imagem)



O real, o mais real, a verdade do mais real, do ser na minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano é que sendo tal substância, o ente algo espiritual na pessoa do Verbo divino encarnado, Jesus Cristo, como o sacrifício de um homem, a ontologia de minha filosofia, Ele que recapitula todos os seres, Ele, Jesus Cristo, em sua agonia mortal no horto das oliveiras, manietado como um bandido, flagelado, coroado de espinhos, negando-se a Si mesmo (kenósis) em sua inocência e potestade divina ao carregar a Sua cruz e enfim supliciado em uma cruz, tal ontologia, toca todos os seres, até porque Jesus Cristo é o Criador, ao ponto de no suplício da cruz Jesus Cristo fez as suas criaturas reagirem de alguma forma: o céu que escureceu, as pedras que fenderam. Decerto que os animais que se calaram, os anjos que colheram em cálices, tristes, o Seu sangue precioso, no inferno os demônios e os homens perversos de todos os tempos e lugares que estremeceram. Os justos no limbo dos patriarcas que decerto que tiveram um ressoar ali de sua libertação para verem a Deus, finalmente. O Ser par excellence, Jesus Cristo, é o que subsiste em todos os entes em seu trono e trono da cruz da mais esmagadora derrota, humilhação para os podres poderes humanos de todos os tempos e localidades para que nenhum sofredor se escandalize.

domingo, 10 de maio de 2026

Mães protestantes catam cocô (poema cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Entre um e outro dogma católico sagrado
Desprezado


Pelo pastor protestante bandido psicopata 
Insultado na cara
Os anjos alegraram-se.


Mães protestantes catam cocô
Sapatos no meio da casa
Sujos na lama


Cocô
Das periferias de Belém 
Sapateadores vendilhões pentecostais


Elas são um triste robô?
Ignorância invencível?
Em ocidental megalópole incrível 


Mulheres não são leais
Filhas de Eva 
Cadelas ferais.



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